Na estela da sua anterior produção Pagagnini, a companhia Yllana apresenta agora uma comédia gestual para toda a família, que combina um concerto de música de câmara com um retrato satírico de época do século XVIII. Um espetáculo allegro e molto vivace, em cena o Gran Teatro CaixaBank Príncipe Pío a 7, 15 e 22 de fevereiro e 1 de março de 2026.
Um quarteto de cordas, de um período indeterminado entre os séculos XVII e XVIII (Barroco e Neoclassicismo) reúne-se para oferecer uma audição muito especial. Entre os seus componentes encontra-se um músico com um excecional talento, que tenta progredir na sua carreira musical, para alcançar o título de maestrissimo.
Os protagonistas interpretam passagens musicais de vários compositores, incluindo obras de Bach, Vivaldi, Mozart, Brahms, Beethoven, Sarasate e Paganini, embora o concerto também inclua reminiscências de outros géneros musicais, como o rock, o pop, o jazz, bandas sonoras de filmes e outras expressões musicais, como o cante flamenco.
Yllana é uma companhia artística criada em 1991, especializada no teatro gestual, e as suas produções converteram-se em grandes obras do humor mudo espanhol. Entre as suas obras mais aplaudidas encontram-se Splash!, 666, Olimplaff e Action Man. As suas produções foram representadas em 44 países, e vistas por mais de um milhão e meio de espectadores.
A companhia foi distinguida com vários prémios e galardões, inlcuindo o Prémio Max das Artes Cénicas 2012 para o Melhor Espetáculo Musical, por Avenue Q, o Prémio Max das Artes Cénicas 2010 para o Melhor Espetáculo Infantil por Zoo, e o Prémio para o Melhor Espetáculo do Fringe Festival 2008 (Edimburgo-Reino Unido) por Pagagnini.
Ficha artística:
- Ideia original, criação e direção - Yllana
- Direção artística - Juan Ramos e David Ottone
- Elenco - Marcos Ottone, Juan Ramos, Joe O’Curneen, Fidel Fernández e David Ottone
- Iluminação - Fernando Rodríguez Berzosa
- Som - Luis López de Segovia
- Cenografia e vestuário - Tatiana de Sarabia
- Maquilhagem - Sara Álvarez
- Adereços - Gonzalo Gatica
- Coreografia - Carlos Chamorro
- Texto - Rafael Boeta
- Luthier - Fernando Muñoz
- Técnicos em digressão - José Luis Taberna, Nacho Arjonilla, Luis López de Segovia, Ismael García Vinuesa, Fernando Rodríguez Berzosa
- Diretora de produção - Mabel Caínzos
- Produção - Fran Álvarez
- Desenho gráfico - Daniel Vilaplana
- Fotografia - Julio Moya
- Comunicação e imprensa - Rosa Arroyo, María Crespo, Alicia Suela
- Logística da digressão - Mónica González
- Contratação internacional - Daniela Scarabino
- Produtor executivo - Marcos Ottone
- Agradecimentos - Pedro Pablo Melendo
Duração aproximada: 85 minutos